17 de abril de 2014

Selos Postais com imagens do TOM OF FINLAND!

O serviço postal finlândes Itella vai lançar uma série de selos comemorativos para homenagear o trabalho de Tom of Finland. O artista ficou conhecido pelo seu trabalho de caráter homoerótico. A previsão de lançamento para os selos é a primavera 2014, juntamente com a inauguração de um museu do correio local. A escolha do homenageado foi feita pelo designer gráfico Timo Berry. “A folha (de selos) retrata uma força vital muito sensual e mostra orgulho de si mesmo. Os países do norte (da Europa) nunca estão cansados de ver isso”, disse Berry em comunicado à imprensa. Fonte:http://www.universoaa.com.br/galeria/obras-homoeroticas-de-tom-of-finland-virarao-selos-postais-na-finlandia/

Revista Observatório Itaú Cultural

Nesta edição a Revista traz as melhores matérias sobre Formação Cultural e seus diversos segmentos. Vale muito a pena conferir. Boa Leitura!

3 de setembro de 2013

Eu me sinto tão BEM - Mestre Kuca.

            Parabéns aos meninos do Mestre Kuca! Principalmente aos amigos  Mário Vianna e Piettro Lamonier.


Vídeo clipe vencedor do 6º FESTIVAL DE VIDEOCLIPES DO TOCANTINS 2013. 

2 de setembro de 2013

1º Rally Fotográfico reúne 80 participantes no Museu da Energia

Tive o prazer de trabalhar na Organização desse Evento e aproveito para divulgar o reconhecimento da Prefeitura e da imprensa de Jundiaí que marcou presença e prestigiou essa bela iniciativa. 

Por Imprensa | Publicado em 2 de setembro de 2013 às 15:55


Secretários e o fotógrafo Júlio Montheiro parabenizam participantes
Foi realizado no último sábado (31) o 1º Rally Fotográfico, que contou com apoio do Museu da Energia, Fatec, Click Passeio Fotográfico e da Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria de Comunicação.
Os 80 participantes foram divididos em 22 equipes, de duas a quatro pessoas, e cumpriram uma rota específica com a missão de fotografar 12 pontos históricos da cidade. Retornando ao Museu da Energia, uma foto de cada local foi escolhida pelo grupo e postada no Facebook.
A equipe que, no prazo de uma semana, receber mais “curtidas” no álbum de fotos ganhará um curso de fotografia de três meses com o fotógrafo Júlio Montheiro.
O secretário de Comunicação, Cristiano Guimarães, e o secretário de Esportes, Cristiano Lopes, entregaram aos participantes um certificado do concurso.

O Rally Fotográfico contou com 80 participantes
“É muito importante resgatar a tradição da fotografia artística em nossa cidade e reunir pessoas de todas as idades. A Secretaria de Comunicação está aberta para apoiar outras iniciativas como esta e movimentos de fotoclube, em Jundiaí”, destacou Guimarães.
Para o fotógrafo e organizador do evento, Júlio Montheiro, o interesse das pessoas em participar surpreendeu.
“Fiquei muito feliz de todas as vagas serem preenchidas. Pessoas de Itapetininga, Guarulhos e outras cidades vieram participar. Esperamos que o sucesso multiplique no próximo evento.”
Por Luiza Oliveira
Foto: Dorival Pinheiro Filho

1 de setembro de 2013

Por que chamar alguém de gay ou lésbica ainda é uma ofensa?

Leonardo Sakamoto

Um garoto de 11 anos foi chamado de “Félix” (o personagem homossexual e de caráter duvidoso da novela “Amor à Vida”), pela professora e colegas de sala, em uma escola estadual em Piracicaba (SP). A partir daí, passou a ser hostilizado pelas crianças e, deprimido, foi transferido para outra escola. Sua mãe entrou com uma ação judicial pedindo 200 salários mínimos e tratamento psicológico para o filho.
É claro que a professora não poderia nunca ter dito algo que magoaria um garoto de 11 anos, dando combustível para que seus colegas de classe praticassem bulling estúpido e selvagem contra ele.
Contudo, para além do combate ao bulling, há um segundo debate sobre o caso. Imputar uma comparação a alguém conhecido por ser ruim (por mais que o personagem seja mais complexo do que isso), é negativo em qualquer sentido. Mas e se o personagem fosse bonzinho, mas ainda assim, gay? Duvido muito que a criança também não ficasse chateada e não fosse alvo de chacota.
Daí a pergunta: por que chamar alguém de gay ou lésbica ainda é uma ofensa?
Sabemos que essas palavras, em uma sociedade heteronormativa e machista, são carregadas de significados negativos. O que não é aleatório, mas sim uma forma de separar o certo e o errado, o quem manda e quem obedece, ditados pelo grupo hegemônico. Mas imagine se isso não acontecesse, se a orientação sexual ou identidade de gênero de uma pessoa não fizesse diferença alguma porque, na prática, não faz mesmo.
Se assim fosse, caso alguém dissesse que o aluno parece um personagem que por um acaso é gay, ninguém se abalaria pela orientação sexual, mas procuraria características do personagem para entender o que o interlocutor quis dizer (Ele é rico? Forte? Cria pugs? É do mal? Engraçado? Um ladrão? Come caca do nariz?) Hoje, se alguém comparar um rapaz ao Toni Ramos, as pessoas pensarão o quê? Ah, ele é hétero como ele? Ou: ah, ele é peludão que nem ele?
As escolas e a mídia têm um papel importante nesse processo. Ou seja, pelo que dizemos e o que deixamos de dizer. Já passou do momento de sairmos de nossa zona de conforto e educarmos nossos filhos para viverem sem medo. E não para serem inimigos de quem não usa o pênis para dominar o mundo.
Gostaria muito de estar vivo para chegar ao dia em que tudo isso seja tão normal que passe batido. Talvez, nesse mundo futuro, ninguém se sinta ofendido ou ofenda por algo que deveria suscitar o mesmo debate que o tom do branco do olho.

26 de agosto de 2013

A solidão amiga!

Você já pensou na solidão como uma amiga? Sabia que a maior parte das pessoas tem pavor a essa palavra! Por que? Será que a solidão é tão má assim? Eu quero dizer a você hoje que a solidão pode sim ser uma amiga, basta saber cultivá-la de forma consciente e serena. É como eu já falei várias vezes aqui, estar completamente envolvido com a experiência de estar sozinho é o que faz com que ele seja uma amiga. Para refletir um pouco sobre isso quero deixar um texto incrível do mestre Rubem Alves, esse senhor que consegue me transportar para universos paralelos toda vez que leio textos de sua autoria…

“A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…
Narciso - Caravaggio.
Fonte: Divulgação

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão.

Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro A chama de uma vela, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis“. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a Sua Solidão?“ Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.
Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.“ Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

Como é que a sua solidão se comporta? Ou, talvez, dando um giro na pergunta: Como você se comporta com a sua solidão? O que é que você está fazendo com a sua solidão? Quando você a lamenta, você está dizendo que gostaria de se livrar dela, que ela é um sofrimento, uma doença, uma inimiga.

Aprenda isso: as coisas são os nomes que lhe damos. Se chamo minha solidão de inimiga, ela será minha inimiga. Mas será possível chamá-la de amiga? Drumond diz que sim…Nietzsche também tinha a solidão como sua companheira. Sozinho, doente, tinha enxaquecas terríveis que duravam três dias e o deixavam cego. Ele tirava suas alegrias de longas caminhadas pelas montanhas, da música e de uns poucos livros que ele amava. Eis aí três companheiras maravilhosas! Vejo, frequentemente, pessoas que caminham por razões da saúde. Incapazes de caminhar sozinhas, vão aos pares, aos bandos. E vão falando, falando, sem ver o mundo maravilhoso que as cerca. Falam porque não suportariam caminhar sozinhas. E, por isso mesmo, perdem a maior alegria das caminhadas, que é a alegria de estar em comunhão com a natureza. Elas não veem as árvores, nem as flores, nem as nuvens e nem sentem o vento. Que troca infeliz! Trocam as vozes do silêncio pelo falatório vulgar. Se estivessem a sós com a natureza, em silêncio, sua solidão tornaria possível que elas ouvissem o que a natureza tem a dizer. O estar juntos não quer dizer comunhão. O estar juntos, frequentemente, é uma forma terrível de solidão, um artifício para evitar o contato conosco mesmos. Sartre chegou ao ponto de dizer que “o inferno é o outro…

O primeiro filósofo que li, o dinamarquês Soeren Kiekeggard, um solitário que me faz companhia até hoje, observou que o início da infelicidade humana se encontra na comparação. Experimentei isso em minha própria carne. Foi quando eu, menino caipira de uma cidadezinha do interior de Minas, me mudei para o Rio de Janeiro, que conheci a infelicidade. Comparei-me com eles: cariocas, espertos, bem falantes, ricos. Eu diferente, sotaque ridículo, gaguejando de vergonha, pobre: entre eles eu não passava de um patinho feio que os outros se compraziam em bicar. Nunca fui convidado a ir à casa de qualquer um deles. Nunca convidei nenhum deles a ir à minha casa. Eu não me atreveria. Conheci, então, a solidão. A solidão de ser diferente. E sofri muito. E nem sequer me atrevi a compartilhar com meus pais esse meu sofrimento. Seria inútil. Eles não compreenderiam. E mesmo que compreendessem, eles nada podiam fazer. Assim, tive de sofrer a minha solidão duas vezes sozinho. Mas foi nela que se formou aquele que sou hoje. As caminhadas pelo deserto me fizeram forte. Aprendi a cuidar de mim mesmo. E aprendi a buscar as coisas que, para mim, solitário, faziam sentido. Como, por exemplo, a música clássica, a beleza que torna alegre a minha solidão…

A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada) dos outros, em celebrações cheias de risos… Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.”

Fonte: http://paralemdoagora.wordpress.com/2013/08/26/a-solidao-amiga/

23 de agosto de 2013

Dicas de Elaboração de um Projeto Cultural

Bernardo Vianna / blog Acesso

Escrever um projeto sólido, adequá-lo às leis de incentivo, preencher planilhas, o caminho para a obtenção de financiamento para a realização de uma iniciativa cultural pede preparação e requer constante busca por conhecimento por parte do profissional da cultura. Em conversa com Alessandra Trindade, professora da Escola São Paulo de Economia Criativa e consultora em planejamento e implementação de políticas culturais, levantamos alguns pontos importantes que devem ser observados pelos produtores culturais ao redigir seus projetos.
Acesso – Que elementos chave um proponente precisa observar ao planejar dar forma a um projeto cultural?
Alessandra Trindade – Para formatar um projeto cultural o proponente precisa saber exatamente o que ele quer fazer, isto é, ter muito claro e definido o que é o projeto e qual a estrutura necessária para realizá-lo. E quando falo estrutura, tanto pode ser o material quanto os profissionais especializados em determinadas funções.
Por exemplo, ao formatar um projeto teatral, é importante que o proponente inclua a mídia desse projeto, pois a divulgação é fundamental para garantir público às apresentações que serão realizadas. Já vi casos em que o proponente concebe um projeto e, ao fazer o orçamento e considerar alto o valor final, corta itens fundamentais para a boa realização do projeto. Claro que alguns itens podem ser conseguidos por apoios, parcerias, mas não há garantias de que isso será conseguido, por isso o ideal é contemplar tudo na planilha de custos.
Acesso – A planilha é um dos pontos que mais geram dúvidas?
A. T. – Um projeto cultural que é encaminhado para aprovação nas leis de incentivo à cultura deve constar todos os itens. Caso não tenha itens importantes para a realização do projeto na planilha orçamentária, o proponente deve explicar como esses itens serão conseguidos – apoios que já estão garantidos ao projeto. Um projeto “incompleto” irá gerar dúvidas no profissional que irá analisá-lo e isso poderá dificultar ou até mesmo inviabilizar sua aprovação na lei.
Uma boa equipe também é muito importante. Há produtores ou proponentes que são centralizadores e querem fazer tudo, até mesmo para diminuir custos. Se são capazes de fazer tudo o que estão se propondo, não tem problema. Mas, se não tiverem experiência em algumas funções, deleguem isso a quem sabe fazer bem feito. Um projeto cultural, assim como qualquer outro projeto, deve ter uma equipe competente e capaz de realiza-lo.
Acesso – E quanto à adequação às leis de incentivo?
A. T. – Para a aprovação nas leis de incentivo, é importante que o proponente conheça bem a lei. As leis tem suas diferenças e é importante conhecer bem a lei para a qual está sendo buscada a aprovação do projeto. Por exemplo, há diferenças entre o ProAC, a lei estadual de cultura de São Paulo, e a Lei Rouanet.  Todas as leis estão disponíveis na internet para que os proponentes e produtores tenham acesso e possam inscrever seus projetos corretamente.
Acesso – Qual a importância de uma formação específica em produção cultural?
A. T. – Em qualquer área, seja cultural ou não, o conhecimento é muito importante. Os projetos devem ser tratados como um “negócio”. Ao abrir uma empresa eu devo conhecer bem o segmento que pretendo atuar; no segmento cultural é a mesma coisa. O produtor cultural ou proponente é um empresário e deve pensar como tal, seu “negócio” precisa ser sustentável. Assim como uma empresa precisa do lucro para continuar existindo, um projeto cultural precisa ser sustentável.
Acesso – O currículo do proponente influencia a decisão do investidor?
A. T. – Se analisarmos os patrocínios culturais por meio das leis de incentivo vemos que as empresas querem direcionar seus patrocínios a bons projetos. Afinal, ninguém quer vincular sua marca a algo que corra o risco de não dar certo. Os patrocinadores buscam projetos de produtores que realizaram ou participaram de projetos que deram certo. O “nome que está por trás do projeto” é uma das principais referências de um projeto cultural.
Acesso – Para você, falta uma base de conhecimentos mais sólida para os produtores e gestores em geral? Quais as implicações disso em um contexto de entusiasmo com a indústria criativa?
A. T. – Os produtores e gestores tem sentido a necessidade de estarem atualizados com o mercado e, na minha opinião, tem crescido a busca por conhecimentos.  O entusiasmo com a chamada “indústria criativa” tem sido um alavancador dessa busca por conhecimento. E busca por conhecimento não é apenas um curso ou uma capacitação. Temos visto cada vez mais publicações especializadas e também os blogs, como espaço para discussão e troca de experiências, tem tido um papel importante. Ainda tem produtor que não se vê como um empresário da cultura, mas esse grupo tem diminuído. Hoje quem está buscando inserção na indústria criativa e na cultura como um dos ramos dessa indústria sabe da necessidade de adquirir conhecimentos e estar sempre atualizado.
Acesso – E qual sua avaliação quanto à acessibilidade e à transparência das políticas públicas de incentivo à cultura?
A. T. – Aumentou muito a transparência das políticas públicas de incentivo à cultura e o poder público tem disponibilizado ferramentas para que elas sejam cada vez mais acessíveis. O Ministério da Cultura, por exemplo, tem realizado capacitações por todo o país para que gestores ou produtores culturais das mais diversas regiões possam utilizar-se dos benefícios de incentivo à cultura.
Há uma corrente que ainda é contra as leis de incentivo à cultura – incluindo aí produtores e gestores culturais. Mas é importante destacar que após a implantação dessas leis, principalmente da Lei Rouanet, houve um crescimento no volume de projetos culturais e o aumento da oferta cultural demonstrou que a demanda estava reprimida. Hoje, a cultura tem sido discutida pelo poder público, empresários, artistas, empreendedores culturais e o cidadão brasileiro estão cada vez mais conscientes da importância da cultura.